A Federação Portuguesa de Basquetebol atribuiu o ESTATUTO DE CLUBE FORMADOR à A.D.O. Basquetebol da Associação Desportiva OvarenseMyspace Scrolling Text Creator
Ovarense Basquetebol ****** Subscreva a MAILINGLIST da ADO Basquetebol, enviando um email com a palavra SIM para mailinglist.ado@gmail.com ****** WWW.OVARENSEDOLCEVITA.COM ****** WWW.ARENAOVAR.COMMyspace Scrolling Text Creator

segunda-feira, novembro 29, 2010

Cadetes Masc. A: Ovarense/Clínica Pardelhas regressa às vitórias

Parciais: (10-18) (25-12) (14-16) (19-11)
Marcador: (10-18) (35-30) (49-46) (68-57)

A equipa dos Cadetes A da Ovarense voltou este domingo às vitórias ao vencer como visitante a Oliveirense por 55-68 em jogo a contar para a 6ª jornada da segunda fase do Campeonato Distrital. Numa partida marcada novamente pela nossa irregularidade e falta de consistência a nossa equipa conseguiu a sua sétima vitoria consecutiva fora de portas e consolidou o 3º lugar na tabela de classificação. Foi um jogo marcado pelo equilíbrio no qual a nossa equipa só conseguiu partir para uma vitória tranquila no derradeiro parcial.

Depois do duro embate da véspera, a Ovarense não entrou bem no jogo apresentando-se em campo algo apática na defesa não conseguindo neutralizar o jogo de bloqueios e sucessivas penetrações para o cesto do seu adversário e depois revelando-se muito insegura nas transições (8 turnovers) e pouco esclarecida no ataque onde pontuavam a falta de dinâmica e a falta de pontaria nos lançamentos (4/16). Isto levou a um desfecho natural no período: uma derrota por 10-18.

Nos segundos dez minutos (25-12) a equipa conseguiu reequilibrar-se em campo tirando proveito da sua superioridade técnica e física em campo. A dominar as tabelas, pressionando forte na defesa e jogando sempre em velocidade dando primazia aos contra ataques a nossa equipa manteve a Oliveirense sem anotar durante os primeiros 4 minutos e meio e passou para a frente de marcador mantendo-se assim até o final do desafio.

Após o intervalo, verificou-se nova quebra (14-16). No que já se vem tornando um costume na presente época, a equipa voltou a sofrer lapsos de concentração, parecendo por momentos estar abstraída do jogo, baixando a intensidade defensiva, permitindo que a Oliveirense através do seu jogo exterior se mantivesse na luta pelo resultado.

Com tudo em aberto no inicio do derradeiro quarto (49-46) reentramos no jogo com a atitude e a concentração correctas voltando a ser acutilantes na defesa e aproveitamos bem a nossa superioridade no jogo interior para dar uma sacudida na partida e partir para uma vitória tranquila perante um rival digno e empenhado que nunca desistiu de lutar por um resultado positivo.

Em conclusão um resultado positivo que não nos deve iludir. Esta exibição deve levar-nos a analisar as coisas menos boas que estamos a fazer e que depois em jogos com grau de dificuldade maior normalmente acabam por nos fazer passar maus bocados. Só com a atitude correcta e perseverança conseguiremos alcançar os objectivos propostos.

A equipa saúda a entrada do Rui Sousa no seu primeiro jogo oficial nesta época depois de sofrer uma lesão que o manteve afastado algum tempo das competições. Da mesma forma agradece o apoio de todos aqueles que se deslocaram para a acompanhar.

Cadetes Masc B: Ovarense/Clínica Pardelhas com vitória mais complicada que o previsto

Parciais: (11-17) (20-06) (11-13) (23-01)
Marcador: (11-17) (31-23) (42-36) (65-37)

A equipa dos Cadetes B da Ovarense venceu este sábado o GICA em Águeda por 37-65 numa exibição marcada pela grande irregularidade e pela pouca concentração revelada durante muitos momentos do jogo. A vitória permite a nossa equipa manter-se invicta durante a actual época (ainda não perdeu em 7 jogos) em vésperas de defrontar o Gafanha actual líder da classificação.

Não entramos bem no jogo (11-17) mostrando-nos muito apáticos na defesa, sem grande concentração e com pouca mobilidade no ataque e com pouca selectividade na hora de lançar ao cesto. Isto levou-nos a ser surpreendidos no período por uma equipa que foi mais agressiva e que impôs mais intensidade no jogo.

No segundo quarto (20-06) recuperamos parte da nossa filosofia de jogo. Conseguimos reequilibrar-nos em campo gerindo bem as nossas posses de bola, com mais e melhor circulação e sendo mais incisivos na hora de atacar o cesto. A nível defensivo fomos mais agressivos e obrigamos aos adversários a cometer muitos erros nas suas transições.

Após o intervalo (11-13), voltamos a ser surpreendidos ao perder a concentração e ao sermos menos colectivos em campo. Não conseguimos explorar com êxito o ataque rápido e fomos lentos no ataque organizado o que redundou normalmente em más selecções de lançamento. Na defesa voltamos a ser permissivos permitindo ao GICA dispor de tempo e espaço para organizar o seu ataque.

Com o jogo algo complicado à entrada do derradeiro período conseguimos exibir-nos em grande nível limitando por completo a equipa local. Com uma defesa asfixiante e um ataque rápido e assertivo a nossa equipa venceu o parcial convincentemente por 23-01 e acabou por obter uma vitória que pese aos números finais acabou por ser mais complicada que o previsto.

Em conclusão, um resultado melhor que a exibição que nos deve levar a trabalhar seriamente durante a semana pois novos e mais difíceis desafios estão para breve.

A equipa agradece o apoio de todos os que a acompanharam nesta longa deslocação.


Jogaram: Dinis Amaral (0), Sebastião Casaca (2), Rafael Marques (2), João Martins (7), Iuri Martins (8), João Matos (12), Pedro Apolinário (7), Diogo Miranda (4), Ricardo Martins (10), José Soares (11), João Leite (0) e André Pinho (2).

Cadetes Masc. A: Ovarense/Clínica Pardelhas com falta de consistência e agressividade levam a derrota

Parciais: (08-14) (13-15) (22-15) (10-23)
Marcador: (08-14) (21-29) (43-44) (53-67)

A equipa de Cadetes A da Ovarense perdeu este sábado na Arena Dolce Vita frente ao Galitos por 53-67 em jogo da 5ª jornada da segunda fase do Campeonato Distrital. Tal como se previa, a partida foi sempre muito equilibrada com a equipa visitante a conseguir aproveitar a nossa quebra na parte do final do jogo para “disparar” no marcador e obter uma vitória por números que não se ajustam ao que aconteceu em campo.

Sabíamos que a chave do jogo radicava na defesa e na possibilidade de aproveitar as transições rápidas mas entramos em campo ansiosos e pouco assertivos na hora de atacar o cesto adversário. Se na defesa íamos fazendo o nosso trabalho, no ataque não conseguimos impor dinâmica não tirando proveito dos contra ataques (0 em 4) e forçando muito na hora de lançar ao cesto o que se traduziu em baixos índices de eficácia (4/21) e em pouca produtividade ofensiva. O resultado 08-14 revela as dificuldades que tivemos para concretizar as muitas oportunidades ofensivas de que dispusemos neste 1º período.

Nos segundos dez minutos (13-15) a equipa revelou melhorias no aspecto ofensivo conseguindo ser mais agressiva nos duelos de 1x1 sem forçar tantos lançamentos e foi mais agressiva nas tabelas. Em contra partida, diminuiu a segurança nas transições perdendo algumas bolas por precipitações e deixou de ter, a espaços, intensidade defensiva o que se revelou fatal em determinados momentos do jogo (2 triplos concedidos pelas facilidades nas marcações) e não nos permitiu recuperar no marcador.
Depois do intervalo (22-15), assistimos à melhor cara da equipa durante a partida. A jogar com grande intensidade e agressividade, a equipa vareira conseguiu recuperar no marcador jogando durante 8 minutos um basquetebol de excelente qualidade assente numa forte pressão defensiva, na redução de espaços ao adversário e num excelente desdobramento no ataque com boas selecções de lançamento. Esta excelente atitude em campo traduziu-se na passagem para a frente no placar 43-38 com menos de dois minutos por jogar. Mas inexplicavelmente a equipa perdeu a concentração e com dois turnovers permitiu aos visitantes reentrar no jogo (parcial de 0-6) e voltar para a frente do marcador no final do período (43-44).

Com o jogo em aberto, a nossa equipa diluiu-se completamente na parte final do encontro (10-23). Talvez por estar a pagar o enorme esforço físico despendido no período anterior, talvez pela nossa irregularidade, fomos uma sombra do que já tínhamos mostrado em campo, especialmente a nível defensivo, permitindo sucessivas penetrações, sem conseguir fazer recuperação defensiva, mostrando alguma lentidão e pouca agressividade e solidariedade na defesa. Mesmo assim conseguimos manter-nos no jogo durante quase 6,30 minutos (50-58) mas depois perdemos totalmente o controlo emocional começando a recorrer nos últimos três minutos a lançamentos de fora que se mostraram ineficazes e abrindo muitos espaços que foram bem aproveitados pelos jogadores aveirenses para então sim, dilatar o marcador num resultado enganador que não mostra o equilíbrio existente em campo durante grande parte do jogo.

Em conclusão, uma exibição abaixo do que podemos dar, que confirma que temos de continuar a trabalhar seriamente nos treinos para consolidar a regularidade nas nossas prestações. As oscilações que continuamos a ter durante os jogos tem que diminuir porque frente a equipas mais equilibradas normalmente nos passam factura. Nos jogos mais difíceis, a atitude, o querer, a concentração individual e colectiva e os pequenos detalhes são fundamentais para chegar a vitória.

Por último a equipa agradece o apoio de todas as pessoas que se deslocaram até a Arena para a apoiar.

Iniciados Masc A vencem com alguma dificuldade


Resultado final: 30-83
Parciais: 16-12; 3-23; 6-30; 5-18
A equipa de Sub 14 Masculinos da Ovarense venceu hoje, dia 28 de Novembro os ilhavenses numa deslocação a Ílhavo, pelas 11h15.
O início do jogo foi algo estranho e desorganizado por ambas as equipas. Apesar de estar a ganhar por 8-0, a Ovarense "descansou" e nesse curto espaço de tempo a equipa de Ílhavo aproveitou ao máximo as desconcentrações e falta de agressividade por parte dos visitantes.
A Ovarense tinha mostrado até aí uma falta de respeito por si e pelos adversários perdendo o 1º período por 16-12, fruto da péssima e lenta defesa e um ataque parado e desmotivado.
Mais uma vez, o segundo período mostrou a inversão de todas as coisas más no 1º período.
Com cinco jogadores mais rápidos, os vareiros mostraram uma atitude completamente diferente e digna de uma equipa que tem aspirações altas para um futuro longínquo.
Uma boa circulação de bola, cortes, bloqueios, concentração, inteligência e essencialmente não ter perdido um único ressalto por parte dos visitantes fez com que desmotivasse os ilhavenses, levando o jogo para o intervalo com um resultado de 19-35.
O 3º período foi o reflexo do segundo período, apesar de se terem presenciado algumas faltas desnecessárias.
No 4º período, notou-se a diferença da qualidade das duas equipas embora os visitados tivessem sido melhores do que uma equipa que continua a estar muito motivada, guerreira e com bom espírito entre atletas e treinador.
Após este jogo, a Ovarense passou a estar apurada para a próxima fase, onde estará para ganhar, independentemente do adversário que terá de enfrentar!
Destaque ainda para os condicionados Bernardo Bessa (#11) e Zé Pedro (#14).

Resultados do Fim-de-semana

Resultados do Escalão de Cadetes

sexta-feira, novembro 26, 2010

Juniores Femininos vencem após prolongamento

OVARENSE/MERA DOG 57 VAGOS 49

quinta-feira, novembro 25, 2010

OVARENSE na Gala da ABA

Amanhã realiza-se em Sº João da Madeira, no Pavilhão Paulo Pinto, a Gala da ABA onde são entregues várias distinções. A Ovarense vai ver distinguidas duas equipas e vários atletas que representaram selecções distritais e nacionais.

Distinções Colectivas:
Equipa de Sub14 Masculina – Campeão Distrital
Equipa de Sub19 Feminina – Campeão Distrital



Distinções Individuais:

SELECÇÕES DISTRITAIS
Sub14 Femininos: Ana Pinho, Mariana Ferreira e Helena Santos. Seleccionadora Renata Beça.
Sub14 Masculinos: Gabriel Diaz, Nuno Sampaio, Joaquim Soras, André Vaz e Rodrigo Soeiro
Sub16 Femininos: Carolina Semedo e Maria Dumbrava
Sub16 Masculinos: Gonçalo Stringfellow. Seleccionador Tam Ling.


SELECÇÕES NACIONAIS
Sub19 Femininos Joana Pinto
Sub15 Masculinos Gil Seabra
Sub18 Masculinos Pedro Costa
Sub20 Masculinos José Barbosa

Hoje na Arena Dolce Vita

ENCONTRO DE MINIBASQUETE - MINIS 10

BABYBASKET

Atletas da Ovarense convocados para as selecções distritais

Sub14 Femininos – Helena Santos e Liliana Fernandes;
Sub14 Masculinos – Joaquim Soras, José Matos, Miguel Granja e Luís Vicente;
Este escalão treina dia 8 Dezembro com sessão bi-diária (11h-12h30 e 16h30-18h) no Pavilhão da Universidade de Aveiro.

Sub16 Femininos – Mariana Ferreira e Maria Ventura
Treinos dia 8 Dezembro (9h30-11h e 15h-16h30) no Pavilhão da Universidade de Aveiro

Sub16 Masculinos – Ricardo Ribeiro, Domingos Loureiro, Rodolfo Castro e Rodrigo Soeiro;
Treinos dia 1 de Dezembro (10h-12h e 15h30-17h) no Pavilhão do Galitos.

A todos estes atletas o clube deseja um bom trabalho.

quarta-feira, novembro 24, 2010

Entrevista – Patrícia Silva

Com que idade é que começaste a jogar basquetebol? Porque escolhes-te esta modalidade?
Comecei com 5/6 anos. Porque queria experimentar, gostei e continuei.

O que te faz mais feliz dentro do campo?
Quando estamos todas em equipa apoiar-nos umas às outras, fazemos o nosso trabalho direitinho e as coisas correm bem. Apoiamo-nos todas umas às outras e não deixamos ninguém ir abaixo, damos mais força e vontade para continuar a jogar.

O que significam para ti os teus colegas de equipa?
Significam muito, porque é com eles que chego onde chego. É com o trabalho de todos nós juntos que conseguimos chegar ao topo.

Treinador(a) que mais o marcou? E por alguma razão especial?
João Candeias. Foi primeiro o treinador de muitos que tive a dar apoio e muita dedicação. Quando não nos sentimos bem com alguma coisa podemos falar com ele à vontade. Lesionei-me duas vezes com ele e ele queria estar informado das coisas que se passavam, se melhorava ou piorava. É um treinador que se for preciso está 24h disponível para o que a gente precisar.

Um lançamento inesquecível
Quando era mini, faltavam 2s para acabar o jogo e eu fiz um lançamento do meio campo e marquei. Estávamos a perder por dois pontos e acabamos por ganhar por um.

Qual o melhor momento da carreira?
Quando se conquista o título nacional. É uma sensação incrível e única de se sentir. Por uma vez na vida podemos dizer que fomos os melhores a jogar basquete.

E o Pior?
Quando temos uma lesão grave e demoramos meses a recuperar. É horrível quando vamos ver o jogo da nossa equipa e estamos a perder, e eu estou na bancada lesionada sem poder fazer nada para os ajudar.

Com que jogador(a) português gostavas de jogar 1x1?
Nenhum em especial.

Com que jogador(a) estrangeiro gostavas de jogar 1x1?
Nenhum em especial

Qual o teu ídolo no Basquetebol?
Ticha Penicheiro.

Já tentaste ler artigos ou notícias que te possam ajudar a evoluir como jogadora?
Prefiro ver vídeos de bons jogadores para aprender a melhorar as minhas técnicas.

Quais são os teus hobbies além do basquetebol?
Desenho muito, estou com os amigos, saio á noite…

Achas que o basquetebol te tira tempo de estudo?
Não. Quem leva o basquetebol a sério tem que conseguir dirigir a escola com os treinos e jogos. Eu jogo há muito tempo e nunca tive problemas desses.

Outras Modalidades que mais gosta?
Futsal e voleibol 

Um sonho Concretizado?
Ser campeã nacional

Um sonho por Concretizar?
Ser convidada para trabalhar em Hollywood. 

Jogos do Fim-de-semana

Ovarense/Externato Luís Camões cede em SªJº da Madeira em grande jogo de basquetebol

Sanjoanense  63  Juniores Masc B  58

Parciais:  20-21   /    18-12   /   11-9   /   14-16

Neste jogo defrontavam-se as 2 equiopas invictas até ao momento, daí prever-se um jogo intenso e agradável de se seguir. Não ficaram desiludidos todos aqueles que assistiram ao encontro porque teve de tudo um pouco, intensidade , muita entrega de ambas as equipas e emoção até ao fim.

No 1º periodo os ataques conseguiram superiorizar-see às defesas não porque se defendesse mal mas por mérito das acções ofensivas empregues pelas 2 equipas daí o resultado de 20-21 no final dos 10 primeiros minutos. No 2º periodo o equilibrio manteve-se até ao minuto final onde a Sanjoanense aproveitou 2 erros da nossa equipa para conseguir uma vantagem de 5 pontos no final da 1ª parte (38-33).
O inicio da 2 ª parte trouxe o pior período da nossa equipa muito bem aproveitado pelo adversário que conseguiu uma vantagem de 14 pontos fruto de um parcial de 9-0 a seu favor. Foi a altura de nos reunirmos e corrigirmos a nossa postura em campo que nada tinha a ver com a demonstrada na 1ª parte. Defensivamente deixámos de ser pressionantes sobre o homem da bola , abandonámos a defesa colectiva , as ajudas deixaram de existir e no ataque o individualismo reinou. A partir do meio do 3ª período voltámos á exibição positiva e consistente que tinhamos efectuado na 1ª parte e conseguimos diminuir os 14 pontos de diferença para 7 pontos no final do 3ª periodo (49-42).
Na entrada para o último período sabiamos que só mantendo a mesma entrega e atitude poderíamos vencer e foi assim que a nossa equipa continuou conseguindo chegar aos 2 minutos finais encostada no marcador . A poucos segundos do fim uma falta anti-desportiva assinalada á nossa equipa permitiu á Sanjoanense uma vantagem de 4 pontos que soube gerir até final.
De salientar a forma correctíssima como as 2 equipas disputaram o encontro, com um vencedor justo , da mesma forma que o seria se o vencedor fosse a nossa equipa. Resta-nos continuar a trabalhar com qualidade nos treinos pois como se costuma dizer quem treina bem vai jogar bem e só assim iremos conseguir alcançar os nossos objectivos .

terça-feira, novembro 23, 2010

Entrevista de Ricardo Vasconcelos ao site basketpt.com

De seguida é apresentada na integra a entrevista do seleccionador nacional de seniores femininos e responsável pela CNT Calvão Ricardo Vasconcelos ao site desportivo WWW.BASKETPT.COM



Ricardo Vasconcelos é um dos treinadores mais credenciados no panorama do basquetebol português e tem conseguido construir uma carreira de sucesso por onde tem passado - seja em clubes, seja no Centro de Treino de Calvão ou até na Selecção Nacional de Seniores Femininos, onde recentemente começou a desempenhar funções. Pelo sucesso que tem encontrado e pela mudança e melhorias que tenta implementar no basquetebol português, o BasketPT.com foi falar com Ricardo Vasconcelos para saber a sua opinião sobre diversos temas, tais como: desempenho das selecções nacionais jovens, a selecção sénior e a luta para subir à Divisão A, a postura dos atletas portugueses face ao basquetebol e aos sacrifícios que têm de fazer, entre outros.
É uma entrevista a não perder e que é composta por duas partes: uma em formato de vídeo, onde o Coordenador das Selecções Nacionais Femininas responde a quatro perguntas, e a outra parte em formato de texto e que agora pode consultar, na nossa zona de Entrevistas BasketPT.
Não perca Ricardo Vasconcelos em discurso directo no BasketPT.com!

Que avaliação fazes do desempenho das nossas selecções jovens no passado Verão?
Bom! Penso que o desempenho foi bom, e eu falo do Feminino, porque como é óbvio é o que me compete falar, e não faz sentido que esteja aqui a falar do masculino. Chegámos a classificações boas, com equipas que tiveram uma prestação de respeito, que é uma coisa muito importante sentir que estamos por lá e que as outras selecções não gostam de jogar connosco, e isso foi conseguido claramente por parte dos 3 escalões.
É óbvio que do ponto de vista classificativo a equipa de Sub18 não conseguiu corresponder às expectativas, e a treinadora é a primeira a reconhecê-lo. O objectivo era ficar nos 8 primeiros lugares mas não conseguimos. De qualquer forma não se pode considerar um desastre até porque tiveram um grupo inicial bastante complicado e um Europeu tem isto: número de vitórias e número de derrotas é tão, ou quase tão, importante como a classificação final do Europeu. Porque uma derrota pode mudar todo o Europeu, só uma derrota! Às vezes conseguem-se mais vitórias e fica-se pior classificado, e outras vezes conseguem-se mais vitórias e fica-se bem classificado. Não é umtransfer igual.
Acredito que uma das coisas que têm de mudar na forma como encaramos a Europa é o número de vitórias: temos de ganhar jogos!! Para que quando entrarmos em campo, os nossos miúdos tenham noção de que é possível ganhar. Porque muitas vezes, e principalmente em Sub16, é uma coisa que eles ainda não sabem - é a primeira vez que vão participar, ainda não conhecem. Se o passado nos permitir dizer que já ganhámos a estas selecções ou a estas gerações, antes, antes e antes, isso vai trazer confiança quando vamos para o embate.
Eu acho que o que fizemos este Verão, a nível de Feminino foi muito bom.

Pensas que conseguimos subir à Divisão A em alguns escalões ou para já o nosso nível é tentar estar entre os 4 ou 5 primeiros da Divisão B?
Se falarmos da generalidade e de um processo que tem de ser construído etapa a etapa, nós cada vez mais temos capacidade para estar entre os 8 primeiros da Divisão B, e em algumas gerações conseguimos almejar aos 4 primeiros. Estar na Divisão A ainda não é algo que esteja de acordo com o nosso nível. Penso que algumas gerações poderão conseguir fazê-lo: já tivemos as Sub16 à porta de o fazer, as Sub18 e também as Sub20. Já conseguimos em três anos estar ali entre o 3º e o 4º lugar, o que quer dizer que conseguimos disputar os jogos das Meias-finais. O que quer dizer que conseguimos estar presentes nos jogos que decidem quem sobe à Divisão A, e se perdemos esses jogos por curtas diferenças, quer dizer que era perfeitamente possível ter subido.
Mas se me disserem que o nível geral  da nossa competição e dos nossos praticantes é a Divisão A: neste momento, eu digo que não! É preciso ter a consciência que muitas vezes é bastante mais complicado subir à principal Divisão, do que não descer, porque subir é ficar nos dois primeiros, e não descer é só não ficar nos dois últimos. E aí há sempre uma grande diferença pois há equipas que descem que têm muito bom nível e há equipas que se mantêm na Divisão A que têm menos nível que as quatro primeiras da Divisão B.
Penso que estamos numa fase intermédia, em que claramente aqueles 4 primeiro lugares têm de ser, cada vez mais, a nossa meta e em algum ano vamos subir!

O CNT-Calvão é um dos Centros de Treino com melhor reputação: isso é fruto do trabalho diário ou se não aparecessem bons resultados nos Europeus, o trabalho não seria tão elogiado?
Se eu te disser que tive oportunidade de estar no jogo da Supertaça deste ano, onde estavam Olivais FC e AD Vagos - estamos a falar do 1º e 2º classificado - e estavam 11 jogadoras que passaram por este Centro de Treino. E estamos a falar de jogadoras que no máximo podem ser 1º ano de Seniores, portanto estamos a falar de muitas que ainda são Sub19, isto ultrapassa qualquer resultado classificativo do Europeu. Se nós hoje conseguimos por ano, das 12 jogadoras, ou das 6 de cada idade, colocar 80 ou 90% a jogar na Liga - e as miúdas jogam tempo de qualidade, algumas com idade ainda de Sub18 - portanto isto fala por si só. Isto representa mais do que os resultados nos Europeus, e acho que as pessoas diriam bem na mesma. Até porque no 1º ano que estivemos em Calvão ficámos em 10º lugar, e essa não é uma classificação que nós queiramos.

As gerações deste ano do CNT-Calvão(1995 e 1996) são muito diferentes, a nível físico e técnico, das anteriores?
São muito diferentes! A nível físico são muito melhores, a nível técnico muito piores, são menos conhecedoras do jogo. Se em anos anteriores tínhamos aqui jogadoras que já faziam a diferença nos seus clubes e que já eram referências no mesmo, estas não. A maior parte destas, e principalmente nas Sub15, são jogadoras com umas dificuldades de correr e saltar - é uma geração grande, e apesar de não termos nenhuma jogadora acima do 1m85, temos 15 ou 20 jogadoras acima dos 1m80. Portanto, é muito significativo para uma geração nacional! Não é normal, não estamos habituados.
Há diferenças, que por vezes nos fazem pensar que não sabemos se vão ser tão boas Sub16 como foram as anteriores, mas que nos fazem acreditar que vão ser, ou que poderão vir a ser melhores Sub20 do que foram as anteriores! E estamos a falar como geração e não como casos particulares. Como selecção, provavelmente esta geração será melhor em Sub20 do que a do ano passado, ou de há dois ou três anos.

Essas diferenças vão implicar diferente estilo de jogo e preparação ou as principais características irão manter-se?
Dois pontos diferentes:
1 - Preparar de forma diferente, evidentemente que sim. Se estamos a falar de jogadoras que 'ainda não sabem andar' não podemos fazer um decalque do trabalho feito com jogadoras que já sabiam...'correr', não sabiam era sprintar! A partida, a preparação poderão ser diferentes, mas o destino é o mesmo!
2 - Não vamos abdicar do nosso estilo de jogo, porque essa é uma forma de jogar que convém às nossas selecções nacionais. Que se possa explorar, eventualmente, coisas que não foram exploradas até aqui, também o poderemos fazer. Mas que isso implique que mudemos o nosso tipo de jogo, não irá acontecer. Até porque o nosso estilo de jogo é baseado numa série de coisas que nos interessa para o tipo de corpos que temos em Portugal! Porque é como te dizia: uma jogadora com 1m83 não é considerada uma jogadora alta na Europa. É alta em Portugal, mas na Europa é uma jogadora mediana! Há muitos extremos de 1m80 na Divisão B a jogar por essa Europa fora.
Portanto, não vamos mudar a nossa maneira de jogar, até porque é esta forma que temos que tem vindo a dar frutos espectaculares do ponto de vista físico! O desenvolvimento físico que provocamos às nossas jogadoras pelo facto de defendermos campo todo, pelo facto de querermos que joguem muito 1x1, por tentarmos que o jogo nunca pare, tem dados frutos. As jogadoras têm tido um desenvolvimento incrível e não queremos outra coisa, queremos é que elas continuem a desenvolver-se! É com este tipo de jogo que colmatamos muitas vezes dificuldades ao nível das capacidades físicas e da preparação física que resultam de não termos, por exemplo, um preparador físico.
Há uma série de factores que estão juntos no desenvolvimento do que pretendemos, portanto o estilo de jogo não vamos mudar.

Aceitas a crítica de que os Centros de Treino estão muito afastados dos Clubes?
Só posso falar do CNT em que trabalho, e não sinto que isso seja verdade. Só não vem cá quem não quer, e quem tem vindo tem sido extremamente bem recebido. Temos tido a visita de muitos treinadores. Tenho-me disponibilizado com todas as Associações para fazer accções de formação - já fiz em Braga, já fiz em Albufeira, já passei por muitas pelo país, e se não passei por mais foi porque não me convidaram, pois tenho todo o gosto em mostrar o que fazemos aqui, porque realmente acredito que o que fazemos é o caminho.
Portanto, se estamos afastados, se existe essa distância. Temos todos de pensar de quem é a culpa, porque é muito fácil as pessoas apontarem o dedo aos outros, mas esquecemo-nos de apontar para nós primeiro. Se pode haver essa distância, e quero deixar bem claro que estou a falar apenas do de Calvão, e não posso falar dos outros onde não estive e não estou, em Calvão só não vem quem não quer, só não sabe o que se passa quem não quer saber. Só não está mais perto quem não quer, porque qualquer pessoa que envie um mail a pedir para vir cá (já aconteceu), que nos telefone a pedir para vir cá (também já aconteceu), que peça para estar presente em estágios (normalmente até convidamos treinadores para estarem presentes nos estágios) - portanto temos todo o gosto em que as pessoas nos visitem e deixem o seu contributo, porque não sabemos tudo.
Por isso tudo não concordo com essa crítica. Mas se acham que ela existe, penso que deveriam pensar no que é que já fizeram para chegar até aqui. Porque as pessoas não podem estar sentadas no sofá à espera que o CNT lhes entre pela casa dentro, alguma coisa têm de fazer.

E em relação às críticas que muitas vezes fazem aos desempenhos das nossas selecções: sentes que maior parte das críticas vêm de quem não conhece a realidade do basket europeu e dos Campeonatos da Europa?
Penso que a maior parte das pessoas não têm noção nenhuma do que é o jogo internacional. Alguns têm esse conhecimento, felizmente! Mas isso não quer dizer que nós não sejamos alvo de crítica - não faz sentido entrar para uma Selecção Nacional e saber que vou ficar aqui até ser avô. Não tem que ser assim! Nós temos que ser criticados, avaliados e tudo o mais. Às vezes corre bem, outras vezes corre mal. Como qualquer profissional, seja na selecção, no clube, ou fora do basket.
Agora tenho a plena consciência de que a maioria das pessoas não sabe o que é a competição internacional, se não vejamos os Campeonatos em Portugal - o Campeonato Nacional de Sub16 não tem nada a ver, e quando digo nada é mesmo nada a ver, com o Europeu de Sub16! Mas não tem mesmo nada a ver! Estamos a falar da diferença de 1 para 1 milhão!! Estamos a falar de uma realidade de jogos de nível de Sub16, em que defrontamos jogadoras com capacidade para jogar na nossa Liga, de um nível superior à nossa 1ª Divisão, em relação a algumas equipas. Portanto as nossas Cadetes não conseguem competir a esse nível.
Estamos a falar de realidades completamente distintas, com tipos de basket completamente diferentes, com tipos de corpos completamente diferentes! Ainda no outro dia estávamos num Clinic aqui em Coimbra e falávamos 'Fazemos pouco bloqueio defensivo'; 'Falhamos muito perto do cesto' - dizíamos nós próprios, reconhecíamos isso. Acreditem ou não, é muito difícil trabalhar isto - e isto não é desculpar, porque provavelmente vão dizer que devíamos trabalhar mais isto. Mas acreditem ou não, é muito diferente lançar à frente de uma miúda de 1m70 ou de uma de 1m90. Mas se não temos nenhuma de 1m90 como vamos trabalhar isso? Se não treinarmos, não há conforto para essa situação. E quando os nossos adversários passam a ter 20cm a mais do que aquilo que estamos habituados, não consigo lançar como treinei, ou como estou habituado.
E isto, para muitos países é a realidade da semana! E é uma realidade que em Portugal não conhecemos. O que não invalida que nos façam críticas, porque muitas vezes a crítica é construtiva e faz parte do nosso trabalho e do processo de evolução. No entanto tenho a certeza que maior parte das pessoas não sabe o que é estar ali! Vou dar um exemplo simples: se pensarmos que maior parte das equipas só está em superação emocional quando chega a uma Fase Final, só 4 equipas chegam a uma Fase Final. Um Europeu é estar em stress 8 jogos, desde o dia em que sabe que vai até ao dia que se chega e finalmente estão aliviadas porque acabou! Até este tipo de treino é difícil de fazer, porque como todos sabem, temos muitos jogos desequilibrados na formação dos nossos jogadores.

E na Selecção de Seniores, quais as perspectivas para os próximos tempos?
Pronto, temos muito claro que o nosso objectivo é subir à Divisão A. Penso que isso irá ser conseguido ainda por cima lá para a frente irá acontecer  o alargamento, como nos Masculinos. No entanto é importante conseguir vitórias nestes jogos, até pela questão do Ranking que pretendemos conseguir, depois daquilo que foi uma primeira campanha que considero positiva. Apesar de termos tido duas derrotas, uma delas com o nosso adversário directo por 4 pontos, fora. Portanto temos todas as condições para ganhar em casa por mais pontos.
Foi uma alteração de muitos hábitos e rotinas. As coisas são completamente diferentes do que eram feitas até aqui: não é que sejam melhores ou piores, são as coisas adequadas aos corpos das nossas jogadoras, e é o tipo de basket que estava a dizer que melhor se adequa às jogadoras que temos. E isso foi difícil de mudar, num mês e meio para competir. Penso que conseguimos mudar isso, algumas coisas estão completamente mudadas e penso que estamos no bom caminho.

Neste Apuramento para a Divisão A já foi chamada à Selecção de Seniores a Joana Bernardeco, atleta que ainda era Sub20. Está no vosso pensamento convocar mais atletas com idade Sub20 ou até mesmo Sub18?
Sem dúvida nenhuma que há várias jogadoras dessas idades que vão ser chamadas aos trabalhos e aos próximos estágios da Selecção de Seniores. E para algumas delas vai ser uma realidade já! É uma questão de tempo até que sejam muitas mais.
Mas vai acontecer já, este ano, algumas atletas dessas idades serem chamadas jogadoras que já estiveram aqui no Centro de Treino de Calvão. Jogadoras que entraram para este processo com aproximadamente 15 ou 16 anos.

Os clubes da LFB têm apostado em jovens jogadoras. Esse é o caminho para dar mais qualidade a uma Liga que já reuniu excelentes praticantes?
Tenho a certeza que sim! Tenho a certeza porque o que aconteceu na Liga Feminina é que o fosso que se cavou entre formação e formados alargou-se muito. De tal maneira que os formados já deixaram de jogar, e o que estava a vir da formação não era suficiente para substituir essas jogadoras.
Na minha opinião, o Centro de Treino de Calvão tem sido um dos principais alimentos da Liga Feminina. Há outros claro, porque há clubes a trabalhar bem, felizmente. Gostaria que houvessem muito mais clubes a formar jogadoras que pudessem entrar na Liga, sou honesto. Podem haver mais, e acredito que podem haver mais para que a Liga seja cada vez mais apelativa. Mas acredito que são estas jovens jogadoras que entram neste processo de alta competição que poderão construir uma Liga mais competitiva. E é o que estão a fazer, até porque este ano temos várias jogadoras a competir e sentimos que aqui de Calvão, 80% das jogadoras têm aproveitamento para a Liga, e elas vão fazer que a competição seja muito mais equilibrada do que era há uns tempos atrás.
Se baixou o nível? Se calhar sim! Mas aumentou a competitividade? Então vale a pena, até porque acho que o nível tenha baixado assim tanto para se questionar a qualidade da LFB. Se calhar neste momento há equipas que não perderam jogos e estavam à espera de ter perdido 3. Há equipas que ganharam 1 e estavam à espera de ter ganho 3! Ou seja, há uma competitividade que penso que se irá manter ao longo deste campeonato, que também é fruto de várias jovens entrarem a poder aprofundar plantéis, a poder dar cartas já na Liga, pois acredito que algumas que já aqui passaram são jogadoras com qualidade para serem referências na Liga.

Classificação dos Cadetes Masc A - Ovarense/Clínica Pardelhas

Encontro de Minis12 na Arena Dolce Vita



Realizou-se no passado domingo na Arena Dolce Vita, um encontro destinado ao escalão de Sub-12. Marcaram presença, além da Ovarense com duas equipas, também a Sanjoanense, Brandoense e Iliabum, num total de cerca de 60 atletas.
Todas as equipas tiveram a oportunidade de efectuar três jogos.
Um agradecimento para os árbitros: Sebastião Casaca, André, Rui e Bernardo Leite.


Atletas da Ovarense: José Pinto, João Nunes, Alexandre Nunes, Victor Souza, Francisco Padrela, João Salgueiro, Gonçalo Almeida, Gonçalo Pinto, Bruno Gonçalves, João Guilherme Nunes, Igor Matos, José Silva, João Oliveira, Rogério Dias, Magda Leitão, Inês Santos, Rafael Ferreira e André Costa.
Treinadores: Ricardo Repinaldo e Nuno Morais



segunda-feira, novembro 22, 2010

Ovarense/MERA DOG com vitória gorda em Esgueira

JUNIORES FEMININOS: Esgueira-33 Ovarense-77

Parciais:
1ºp 9-19 / 2ºp 3-22 / 3ºp 17-19 / 4ºp 4-17

Na deslocação ao recinto do Esgueira tivemos uma boa entrada em jogo, e vencemos o 1ºperíodo 9-19.

No 2ºperíodo permitimos somente 3 pontos ao adversário enquanto que a nossa equipa conseguiu concretizar 22 pontos.

Com o resultado verificado ao intervalo o jogo ficou sem história, e na 2ª parte, continuámos a dominar o jogo e naturalmente chegámos á vitória final por 33-77.

O próximo jogo da nossa equipa é na 5ª feira pelas 21h15 na Arena Dolce-Vita, frente à equipa do Vagos. 

SENIORES FEMININOS vencem claramente na deslocação ao Algarve

Tubarões da Quarteira-42 Ovarense-65
Parciais: 11-15, 7-17, 13-19, 7-18

Na 4ª jornada a contar para o Campeonato Nacional da Iª Divisão, a nossa equipa viajou até ao Algarve para defrontar a equipa dos Tubarões da Quarteira, e venceu 42-65.
A equipa adversária entrou melhor no jogo, vencendo o primeiro parcial 11-15.
No 2º período, conseguimo-nos adaptar ao estilo de jogo do adversário, e começámos paulatinamente a tomar conta do mesmo, e assim fomos para intervalo na frente por 22-28.
No reatamento do jogo, continuámos a comandar o marcador, e conseguimos ampliar a vantagem, e vencer naturalmente o encontro.
Foi uma vitória justa e garantimos assim a 3ª vitória em quatro jogos.
O próximo jogo é sábado pelas 17h00, na arena Dolce-Vita frente à equipa do Coimbrões.

Iniciados Masc A vencem com boa exibição



Parciais: 13-8; 27-11; 19-9; 15-10

No passado sábado, a equipa de Iniciados "A" da Ovarense teve mais um jogo importante no acesso ao Nacional com uma equipa que tinham vencido apenas por 6 pontos no terreno adversário: a Sanjoanense.

A Ovarense entrou no jogo um pouco nervosa e com receio de atacar o cesto. A pouca agressividade e dificuldade no 1x1 fez com que os da casa tivessem marcado apenas 4 pontos na primeira metade do 1º período.
Após um desconto de tempo pedido por um dos treinadores, as coisas inverteram-se e serviu de motivação para o resto da equipa no 2º período.

O 2º período foi um período "de alta qualidade" por parte da Ovarense. Tornaram-se numa verdadeira equipa e mostrara ao público já desde início que as coisas seriam bastantes diferentes do que em S. João da Madeira, fruto de uma semana de trabalho exigente e onde todos se esforçaram.

Uma defesa coesa e sempre a "tapar" linhas de passe e um ataque organizado e concretizador (apesar de alguns lançamentos falhados) levou a um jogo inteligente até ao fim do jogo.
No 3º período notaram-se algumas faltas desnecessárias, mas jogadas de bom caudal ofensivo levaram Ovarense a ficar tranquila à entrada para o último período.

No 4º período algum cansaço presente nos atletas das duas equipas provocou diversas perdas de bola. No entanto, a continuação de um bom jogo pelos visitados ditaram o justo vencedor do encontro.
Destaque para a ausência de dois atletas: Lucas Leitão (#7) devido a uma lesão no pescoço e Henrique Barbeta (#17).

Classificação dos Cadetes Masc B - Ovarense/Clínica Pardelhas

Cadetes B: Ovarense/Clínica Pardelhas vence facilmente e ataca a liderança

Marcador: (28-03) (36-02) (32-02) (19-03)
Marcha: (28-03) (64-05) (96-07) (115-10)

A equipa dos Cadetes B da AD Ovarense chegou ao segundo lugar do seu grupo mercê de um triunfo caseiro frente ao Vagos por 115-10. Num jogo de sentido único e perante um adversário que se revelou muito frágil em todos os aspectos do jogo, a nossa equipa acabou por conseguir uma actuação bastante sólida traduzida em um resultado dilatado.

Entramos concentrados em campo encarando a partida com seriedade e sem facilitar em nenhuma das situações de jogo. Em apenas dois períodos graças a um excelente trabalho defensivo e a rápidas transições, a equipa conseguiu cavar uma vantagem confortável que lhe permitiu chegar ao intervalo a vencer por 59 pontos (64-05). Na segunda parte a equipa manteve o ritmo e embora com alguma naturalidade caísse por vezes em excessos individuais, não teve nenhuma dificuldade em aumentar a diferença pontual obtendo um triunfo fácil. Foi a sétima vitória consecutiva da Ovarense B nesta época e a segunda nesta fase.

Se a nível defensivo estivemos consistentes ao longo dos 40 minutos, a nível ofensivo, não estivemos sempre ao nosso melhor nível, tendo falhado muitos lançamentos fáceis com alguma falta de eficácia na concretização dos contra ataques não fazendo sempre a melhor escolha em termos de selecção de lançamento.


Em conclusão, um bom jogo da nossa equipa, mas temos de ter em atenção, que nem todos os jogos vão ser assim. Devemos continuar a trabalhar afincadamente durante os treinos porque desafios mais complicados surgirão a breve prazo. Uma palavra de apreço também para a equipa do AD Vagos, que tentou sempre que possível criar-nos dificuldades dentro das suas limitações e nunca baixou os braços.

A equipa agradece o apoio de todos os pais e amigos que a acompanharam nesta partida e também a todos aqueles que com a sua participação e colaboração ajudaram a realização deste desafio.

Resultados do Fim-de-semana

Cadetes A: Ovarense/Clínica Pardelhas obtém vitória sem contestação com exibição sem brilho

Marcador: (24-07) (21-11) (08-14) (12-02)
Marcha: (24-07) (45-18) (53-32) (65-34)

A equipa de Cadetes Masculinos A da Ovarense derrotou de forma contundente o Brandoense no passado sábado, em Paços de Brandão, por 65-34, na 4ª jornada da 2ª Fase Distrital e mantém-se no segundo lugar da tabela classificativa juntamente com a equipa do Sangalhos. Esta vitória foi também a sexta em seis jogos fora de portas durante esta época.

Foi uma partida com duas partes totalmente diferentes e onde a irregularidade voltou a pautar parte da nossa exibição. Entramos de forma determinada em campo com muita concentração e entrega nas tarefas defensivas não permitindo aos locais armar o seu ataque o que redundou num parcial de 12-0 nos primeiros 4m30 da partida. Fomos muito agressivos nos cortes das linhas de passe e na redução dos espaços, dominadores nas tabelas e a nível ofensivo fomos equilibrados conseguindo explorar bem as situações de vantagem numérica nos contra ataques revelando um alto grau de eficácia (86%). Fruto desta atitude colectiva em campo a nossa equipa conseguiu cavar uma diferença bastante confortável no marcador (24-07) ao fim dos primeiros dez minutos.
No segundo quarto perdemos alguma eficácia no ataque caindo muitas vezes em lançamentos precipitados, nem sempre seleccionando bem os lançamentos e fomos menos consistentes na defesa permitindo que os locais tivessem mais tempo para gerir as suas posse de bola o que juntando a alguma permissividade nas tabelas levou-nos a vencer o período por 21-11, margem curta dadas as diferenças existentes em campo entre as duas equipas.

Após o intervalo (08-14), voltamos a quebrar perigosamente no nosso rendimento, perdendo qualidade no nosso ataque, com uma queda abrupta dos nossos índices de concretização, mercê de um jogo muito confuso onde a bola nem sempre circulou adequadamente e onde se perdeu claramente a dinâmica no ataque. A equipa não geriu da melhor maneira os ritmos de jogo acelerando em demasia o ataque o que normalmente conduziu a más selecções de lançamento e a uma paupérrima produção de pontos. Na defesa também baixamos a nossa intensidade permitindo um maior número de penetrações aos locais e uma maior liberdade para pensar o seu jogo. O resultado do parcial foi um castigo claro para a nossa atitude mais individualista e relaxada em campo.

Nos derradeiros dez minutos (12-02) reentramos com mais confiança recuperando a nossa solidez defensiva conseguindo anular totalmente o ataque do Brandoense (dois pontos em lançamentos livres em todo o período) e arruma-mos a questão embora a nível ofensivo não conseguíssemos traduzir em números mais dilatados a nossa superioridade.

Em conclusão, o objectivo principal foi alcançado com mais uma vitória numa prestação que voltou a ser muito oscilante. A equipa mostrou demasiada ansiedade em alguns momentos do jogo, parecendo por vezes jogar apenas o suficiente, revelando faltas de concentração pontuais, o que poderá ser um risco desnecessário a ter nos jogos futuros perante adversários mais qualificados. Destaque pela positiva para o facto de todos os atletas terem anotado ao menos um ponto na partida.

A equipa agradece o permanente apoios de todos os que a acompanham nos seus jogos.